Happy 2010!


Receitas de Natal

Receitas para um natal diferente e saudável!!

Aqui ficam as sugestões do Celeiro Dieta para um Natal com a Família, com Partilha, com Sonho, com Harmonia, com Amor e com Amizade.





































































































Obama Defende "Guerra Justa"




Obama defende "guerra justa" contra "o mal que existe"

Por Ana Fonseca Pereira
Na cerimónia em que recebeu o Nobel da Paz, o Presidente dos Estados Unidos falou dos casos em que se pode fazer a guerra

Foi um discurso inesperado. Ao receber o Prémio Nobel da Paz, Barack Obama falou de direitos humanos, da repressão que ainda é lei em muitas nações e dos que lutam contra a opressão. Mas falou sobretudo da guerra e de como ela pode ser "justa" e "necessária" para combater "o mal que existe" no mundo. Uma semana depois de ter ordenado a mobilização de mais 30 mil soldados para o Afeganistão, dando novos argumentos aos que criticaram a escolha do Comité Nobel, o Presidente americano garantiu também que "não ficará parado perante ameaças ao povo americano".
Na Câmara Municipal de Oslo, Obama disse ser "o testemunho vivo da força da não-violência" defendida por Martin Luther King, galardoado com o mesmo prémio há 45 anos, ou por Mahatma Gandhi, o mais célebre dos não laureados pelo Comité Nobel. "Mas enquanto chefe de Estado que jurou proteger e defender o seu país, não me posso guiar apenas pelos seus exemplos", disse.
Este distanciamento , sublinhou, não nasce de qualquer "cinismo", mas das lições da história: "Um movimento não violento não poderia ter parado os exércitos de Hitler. E nenhuma negociação pode convencer a Al-Qaeda a depor as suas armas".
Palavras dirigidas aos que em Outubro criticaram a atribuição do Nobel ao líder da maior potência armada do globo e também aos que hesitam em colocar os seus soldados ao lado das forças americanas no Afeganistão - "em muitos países há grande ambivalência sobre o que deve ser a acção militar nos dias de hoje".
O conflito iniciado em 2001 esteve, aliás, subjacente a todo o discurso. Descreveu-o como o exemplo de uma "guerra justa", que "a América não procurou".
Mas como saber quando é justificado o recurso à guerra? Quando podem os países alegar que o fogo das armas é indispensável? Na "doutrina Obama", como alguns analistas lhe chamam já, o direito à autodefesa é inegociável e deve ser a pedra basilar dos "padrões que governam o uso da guerra". Contudo, outras motivações podem e, segundo Obama, devem ser pesadas, como sejam a necessidade de "evitar o massacre de civis" ou "pôr fim a uma guerra civil".

Guerra justa??!! Qual é a guerra que é justa? Qual é a guerra que não mata inocentes? Não vou ser ingénua, é óbvio que seria difícil tirar Hitler do poder sem algum tipo de ataque armado... mas não será Hitler um extremo... Relembro que o Bin Laden foi um produto dos Estados Unidos, pois estes forneciam armas aos resistentes (entre eles o Bin Laden) afegãos. Quem brinca com o fogo... Infelizmente muitas guerras só existem para servirem interesses. E será esta guerra justa? Será que ninguém se lembra de como a guerra começou contra tudo e contra todos sem provas de nada? Violência só pode gerar mais violência. É preciso muita "não-violência" para que o mundo não chegue ao extremo do Hitler. "Guerra justa"? A guerra é sempre justa aos olhos de quem as comanda.

Vegetariano Por Um Dia Pelo Ambiente


Uma das muitas boas  razões para pensar em mudar!


A batalha da UE contra as alterações climáticas ganhou o apoio do ex-Beatle Paul McCartney, que apelou, hoje, no Parlamento Europeu em Bruxelas, à adopção do "dia sem carne" para limitar as emissões de poluentes.

McCartney juntou-se ao presidente do Grupo Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU (IPCC), Rajendra Kumar Pachauri, apelando aos europeus para cumprirem "um dia sem carne". McCartney e Pachauri são vegetarianos.

"Um dia sem carne representa uma redução das emissões de dióxido de carbono equivalente a uma viagem em automóvel de 1700 quilómetros", disse Mccartney.

O cantor considerou que estar um dia sem comer carne 
"é um primeiro passo para as pessoas fazerem a sua parte" na luta contra as alterações climáticas.

Pela sua parte, Kumar Pachauri reiterou que a criação de gado 
"é um dos dois ou três maiores contribuintes para os problemas ambientais", exemplificando com a degradação dos solos e a emissão de gases poluentes.

"A agricultura contribui com 18% das emissões de gases com efeito de estufa, contra 13% dos transportes e 25% das emissões da agricultura são causadas pela criação de gado", acrescentou.

Do outro lado da balança estão os agricultores europeus, que recebem subsídios para manter a actividade, sendo que a agricultura é uma das principais rubricas do orçamento da União Europeia, com uma dotação prevista de mais de 57 mil milhões de euros.

As intervenções de McCartney e Pachauri no Parlamento Europeu tiveram lugar no âmbito da próxima conferência ambiental de Copenhaga, promovida pelas Nações Unidas.

A conferência de Copenhaga, que decorre de 7 a 18 de Dezembro, visa concluir um acordo que deve entrar em vigor antes de expirar a primeira fase do Protocolo de Quioto, em Janeiro de 2013, para travar de forma vinculativa as emissões de dióxido de carbono.

Lusa

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