Dia Europeu da Depressão

Esta doença é responsável por 1200 mortes por ano em Portugal e muito mais incapacitante e difícil de diagnosticar/curar do que possam imaginar (eu que o diga!).


Se tiverem curiosidade visitem este site: A Depressão Dói




É uma das doenças psiquiátricas mais frequentes na nossa sociedade, estimando‐se que uma em cada 
quatro pessoas tenha sofrido ou vá sofrer de depressão durante a vida. A prevalência da depressão é de 
aproximadamente 10 a 20% nas mulheres e um pouco inferior nos homens. 
 
Causa de grande sofrimento para o doente e para os que o rodeiam – sendo prejudicial na vida profissional, 
familiar e social – a depressão é uma situação clínica que não pode passar sem tratamento adequado, sob o 
risco de se tornar crónica.

O diagnóstico da depressão é clínico. Actualmente, não existem exames laboratoriais ou imagiológicos que 
possam substituir a observação do médico. Na elaboração do diagnóstico, o especialista deve ter em conta 
toda uma série de sinais (observáveis) e sintomas (descritos pelo doente).
  
Um doente está deprimido quando apresenta, pelo menos, cinco sintomas característicos, sendo que um 
deles tem que ser o humor depressivo ou a perda de interesse e prazer nas actividades quotidianas. Estes 
sintomas têm que se manifestar durante um período de, pelo menos, 15 dias. Face a este cenário, diz‐se então que a pessoa tem um episódio depressivo e deve ser tratada. 
  
Um indivíduo pode ter apenas um episódio depressivo ao longo da sua vida ou ter vários. Quanto mais 
episódios teve no passado, maior é a probabilidade de vir a recair, isto é, de ter um novo episódio 
depressivo. Existem inúmeras razões para o desencadear de um episódio: genéticas, biológicas, 
medicamentosas ou por factores externos.
  
Para tratar a depressão e evitar recaídas é fundamental o doente seguir o tratamento durante o tempo 
adequado e conforme recomendado pelo médico.

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